Mato Grosso, Quarta, 16 de Setembro de 2026
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Quarta, 02 de Setembro de 2026
Alta de 155% em ocorrências com carretinhas na BR-163 acende alerta para uso adequado
Fotografia:Reprodução

Nova Rota esclarece sobre regras necessárias para garantir a segurança viária.

 

O número de atendimentos na BR-163 envolvendo carretinhas aumentou 155% no primeiro semestre deste ano, em comparação com o mesmo período de 2025. As ocorrências vão desde panes até sinistros com vítimas fatais, reforçando que a cautela no uso desses veículos e o correto acoplamento são fundamentais para a segurança viária, especialmente em uma rodovia com alto fluxo de veículos.

 

O diretor de Operações e Tecnologia da Nova Rota do Oeste, Wilson Ferreira, explica que as carretinhas são veículos adicionais utilizados para transportar volumes que excedem a capacidade do porta-malas ou da caçamba de um automóvel.

 

Assim como qualquer outro veículo, seu uso deve seguir rigorosamente as normas estabelecidas para garantir a segurança no trânsito, incluindo registro no Detran, emplacamento, sinalização adequada e dispositivos de segurança para o acoplamento.

 

“As carretinhas devem passar por manutenção e inspeção como qualquer outro veículo. O engate também precisa seguir as normas e contar com dispositivos de segurança para evitar sinistros graves, inclusive com mortes. Já atendemos uma ocorrência provocada por um acoplamento precário, feito com tecido, quando a norma determina a utilização de equipamento homologado e instalado de acordo com as exigências previstas”, explica.

 

Siga o passo a passo para trafegar de forma segura

Correta distribuição da carga, respeitando a Capacidade Máxima de Tração (CMT) do veículo trator e a capacidade operacional do próprio reboque;
Verificação das condições da esfera de engate, ausência de avarias, utilização adequada da trava de segurança e instalação das correntes de segurança cruzadas em “X”;
Inspeção das condições e calibragem dos pneus;
Funcionamento adequado do sistema de iluminação e sinalização do reboque.


 

Fonte:Redação/Assessoria
Autor:Raquel Ferreira
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