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Terça, 09 de Outubro de 2018
4 motivos pelos quais fazer exercício físico é bom para o cérebro

Corpo saudável, mente saudável. A frase é muito mais verdade do que queremos (não) acreditar em um dia chuvoso enquanto inventamos desculpas para não sair da cama. Não faltam estudos que reiteram isso — um recente foi publicado na revista Sciencee sugere que medicamentos que imitam os efeitos de atividades físicas ajudam a reduzir a perda de memória, especialmente na doença de Alzheimer.

A média de tempo recomendada por pesquisadores que observaram os benefícios dos exercícios é de meia hora diária. Não parece tanto, não é mesmo? Para se animar mais, veja quatro motivos pelos quais fazer exercício físico é bom para o cérebro:

Boost em substâncias que geram bem-estar 
 

Durante a atividade física, o corpo naturalmente produz mais serotonina e endorfina, neurotransmissores relacionados à sensação de bem-estar e que ajudam a reduzir o estresse e a ansiedade. Isso causa a chamada “estabilização afetiva”, que ajuda a memória e melhora a capacidade de raciocínio rápido.

 

Melhora na cognição

Segundo um estudo publicado no Jornal Americano de Fisiologia, ao praticar atividades aeróbicas, o corpo libera o fator neurotrófico derivado do cérebro (BDNF, na sigla em inglês), uma proteína que estimula o crescimento de novas células cerebrais e está relacionada ao aprendizado. Ela também protege o cérebro de possíveis danos.

 

Memória afiada

Exercícios físicos também estimulam a atividade no hipocampo, sugere outro estudo. Esse é o centro da memória e aprendizado no cérebro, e há relação entre o volume da região e o risco de demência. No estudo feito com 120 adultos, a prática de esportes aumentou o volume do hipocampo em 2%, revertendo a perda da capacidade de memória em até dois anos. Mas vá com calma: se a atividade for muito intensa e liberar muito cortisol, o hormônio do estresse, o efeito pode ser o oposto do desejado.

 

Mantém o cérebro jovem

Um projeto que acompanhou mais de mil mulheres ao longo de 44 anos mostrou que aquelas que eram muito ativas fisicamente (foi medido o esforço máximo que aguentavam em uma bicicleta ergométrica antes de chegar à exaustão) retardaram o risco de demência em quase uma década, se comparadas às que eram consideradas somente “mediamente” ativas. Os motivos têm a ver com todos os citados acima.

Fonte:Redação / Gallileu
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